O partido Missão protocolou uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tentar garantir a presença de seu candidato, Renan Santos, no último debate presidencial antes do primeiro turno das eleições. O evento está marcado para esta quinta-feira (1°), no Rio de Janeiro.
A investida jurídica ocorre após o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, liberar a participação de Romeu Zema, candidato do Partido Novo, no mesmo evento televisivo. A decisão anterior da Corte exigia que a legenda contasse com pelo menos cinco deputados federais eleitos no pleito passado para ter direito à vaga, regra que foi ajustada após questionamentos sobre deputados migrantes.
A campanha do Missão argumenta que a emissora organizadora gerou expectativa legítima ao convidar o postulante para uma sabatina realizada em agosto. Segundo a defesa, o partido foi tratado como participante ativo dos preparativos para a cobertura eleitoral ao longo dos últimos meses.
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Para o embate desta quinta-feira, estão confirmados os nomes de Flávio Bolsonaro, Augusto Cury e Ronaldo Caiado. Já o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva comunicou que não comparecerá ao encontro promovido pela emissora.